Dia a dia…

… lado a lado.

Ontem foi mais um dia foda. Fui “””ver””” o show da Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci no Dragão do Mar, da turnê Dia a dia, lado a lado, single que é coisa mais lindy do mundo e que mexe muito demais que só com essa pessoa que vos escreve.

Nada a ver ficar assim sonhando separaaaaaadoooo…

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Veeeer ver mesmo eu não vi, porque estava lotado, uma fila enorme pra entrar na praça verde, então o jeito foi esticar o pescoço pra pegar qualquer coisa ali da parte de cima do Dragão. Mas ouvi. E a missão da noite foi mais que cumprida porque estava lá para escutar Dia a dia, lado a lado maravilhosas duas vezes, uma no meiozinho do show e outra no bis de encerramento. Mas na primeira vez que tocou foi mais especial… De quebra ainda peguei Só sei dançar com você, que também queria ouvir, e Pra sonhar.

Depois de encontrar o mestre Yuren no Avião, fui conhecer o famoso Mambembe que a Eudine sempre me falava. Tava tocando axé e cara… foi sensacional. Passei até de manhã praticamente cantando de tudo de axé dos anos 90, coisas que eu nem sabia que tinha nessa caixola, provavelmente ocupando o espaço que tô precisando demais pra guardar as coisas da disciplina de Automação e Controle kkkkkkkkk. No registro: Lucas, Artur (Capotes), Samuel (Forria) e este peçoa.

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Toooooooodo mundo reemaaaaando na… (entendedores entenderão)

Na volta ainda peguei o nascer do dia cintilando na lagoa da Parangaba e consegui a proeza de chegar em casa faltando minutos pras 6 da manhã. Só faltou mesmo trazer o pão😀

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Mais uma noite maravilhosa, acompanhado das melhores pessoas. Valeu a pena todo o percurso, indo e voltando, literalmente.

Post curto, sem frescura, fotos não editadas – pra não deixar de postar.
Até mais galeres.

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Primeiramente, fora Temer.

Comecei esse post quatro vezes, cada uma numa direção diferente; é engraçado porque isso aconteceu justamente pelo fato de que, toda vez que vinha aqui, as coisas tinham melhorado um pouco. Então pessoas, por que a gente teima em achar que a vida não vai dar certo? É claro que vai..

Sexta, 22/07, foi meu aniversário – 30 anos. Mansh eu fiz 30 anos, que viagem… E quem é mais próximo sabe que eu não estava nem um pouco animado recentemente. Esse ano tem sido muito, muito fora do eixo até então, e a ideia quase padrão que todos tem de fazer aquela super festa pra um evento dessa importância foi nublando-se com o passar das semanas. Mas eis que não foi nada do que pensei.

Por que, cargas d’água, a gente teima em achar que a vida não vai dar certo?

Foi um dia muito massa. E não me arrependo em nada de não ter feito festão, porque foi tudo excelente do jeito que foi e com as pessoas que estiveram around. Ganhei muitas mensagens pelo Facebook, algumas suuuper incrementadas (sim Eudine, estou falando de vosser hehehe – na mesma linha Maiks e Lid), e recebi todas com muito carinho. Também as felicitações dos colegas de trabalho, algumas ligações (Gi, madrinha, Sohaia e Josias) e um olar no grupinho da galera do intercâmbio no Telegram. Rolou inclusive chocolate sem glúten da Bianca e do Isaac. Muito obrigado a todos vocês.

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A hora do almoço foi um momento à parte, recebendo duas pessoas que gosto demais demais demais que só em casa, Eudine e Tearle (mestre da fotografia), pra comer uma comida maravélhosa que a mãe fez (e pra quem já conhece, só digo que ela se superou muito dessa vez, então, imagine…). Eu estava tão feliz, tão imerso que nem fiz o de sempre: tirar fotos da comida. Teve bolénho sem glúten com vela toca-fogo-na-casa e tudo! Foi perfeito…

Voltando pro LEAD, ainda matamos as duas cervejas sem glúten que estavam na geladeira há meses. E, pra fechar, final do dia fui pro Burguer King pela preméira vez comer um Whooper… é nãããããão, fiquei só na batata com cheddar e bacon mesmo, que inclusive é muito boa. Também foi nessa hora que a Marcela tentou assassinar o Michael batendo a porta do carro no dedo dele.

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Tenho certeza, absoluta, que não tenho do que reclamar da vida. E eu até reclamo, mas não devia. Uma das coisas que mais contribuem pra essa noção é simples: pessoas. Pessoas são a chave de tudo, e estou cercado de pessoas incríveis. Minha família é sensacional e nunca tive um leque de amigos com os quais eu tenha tanto entrosamento quanto hoje.

Meu pai sempre me disse que não devia ser uma pessoa imediatista. Ele tinha razão, pra variar. Quando algumas coisas dão errado, elas parecem ser muitas, parecem até mesmo ser tudo. Mas não são. Ser positivo e otimista (com relação à mim mesmo) é uma arte que ainda preciso dominar, mas resiliência já é um bom começo (valeu ai dieta do glúten). E tendo tantas pessoas legais ao redor, fica bem mais fácil.

Quando as coisas estiverem bostadas, tenhamos paciência. Eu sei, dá um desespero e você pensa que ta tudo perdido, que não vai prestar mais. Eu sei, mesmo mesmo. Não foram poucas as vezes esse ano em que tive essa sensação. Mas se eu puder te pedir pra fazer uma coisa comigo de hoje em diante, querido leitor, é me acompanhar na tentativa de parar de teimar que a vida não vai dar certo.

Vai sim.


~ bônus ~

Ganhei um presente do Michael com participação das galeras do LEAD na concepção. A cultura das montagens está ficando bem frequente lá no trabalho e só rola super pérolas. Orgulhosamente lhes apresento o lançamento mais esperado dos últimos oito anos, com data prevista para Dezembro/16: O Jogo da Graduação.

Zblxuji

Créditos: Michael Guimarães

Panqueca sem glúten

Olár pessoas. Seguindo a boa prática da publicação despretensiosa, e agradecendo aos feedbacks positivos da Alana e do Rafael, vamos falar de comida simples e sem glúten.

Em Junho eu postei uma foto no Facebook das panquecas sensacionais que a Ale fez com uma farinha sem glúten. Inclusive criou-se o impasse: é panqueca ou bruaca? De fato, como eu não comi nenhuma das duas praticamente a vida inteira, achava que era 6 por meia dúzia. Só um dia desses que dei fé da panqueca ser mais fina e recheada. Enfim, naquela postagem eu só fiz inveja a todo mundo, vamos agora à receita pra ninguém reclamar que não tinha como fazer também.

Pancake sem glúten
Se ligou ai, pancake, rá, agora com itálico estou livre de correções huehuehue

Ingredientes:

  • 02 ovos
  • 01 xícara de chá de leite
  • 01 e 1/4″ xícara de massa Mix Dolci Schär
  • 02 colheres de sopa de margarina derretida
  • 04 colheres de sopa de açúcar
  • 3 colheres de chá de fermento em pó (opcional)
  • 1 pitada de sal

Preparo:

Segundo a Ale, misture os secos e os líquidos com os seus: a massa com o sal, açúcar e o fermento, e separadamente misture ovos com leite e a margarina derretida. Depois junte tudo no mesmo lugar e bata com uma batedeira. Há quem prefira bater na mão. O importante é a mistura ficar bem homogênea. Se você optou por colocar fermento, deixe a massa descansar por de 5 a 8 minutos.

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Massa homogênea que só

Agora para a frigideira. Use uma frigideira com camada de teflon ou ferro. Se você quiser dar um gostinho a mais na sua panqueca e evitar que ela cole, pode untar com um pouquinho de nada de margarina (ou óleo). Aqueça a frigideira, deixe o fogo médio e despeje a massa com uma concha. A dica para virar a panqueca é ficar de olho nas bolinhas. Elas começam a aparecer nas bordas e vão surgindo na direção do centro da panqueca. Quando elas estiverem aparecendo no centro, provavelmente você já pode virar.

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Bolhas chegando ao centro. Desse ponto falta segundos pra virar.

Depois de virar, deixe a panqueca assar mais um pouco e pronto!

Rendimento:

Depende do tamanho das suas panquecas. Aqui essa receita deu pra fazer 12 panquecas fofas. Dá pra duas pessoas jantarem com café de boa.

E onde eu compro essa farinha aí?

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O que salva o celíaco aqui é a farinha sem glúten. Se você não tem problema com trigo, pode facilmente substituir pela farinha comum. Mas se você está interessado nas farinhas da Schär, indico dar uma olhada no Pão de Açúcar do Shopping Center Um. Égua mas tem que ser na aldeota, sempre tem lá? Não posso garantir, mas é bem mais comum ter produtos assim pra e$$e lado da cidade.

O último local no qual comprei coisas específicas para minha dieta foi uma loja especializada chamada Levíssima, fica nas Aldeotas também =/ mas tem uma grande quantidade de alimentos prontos e ingredientes para preparo sem glúten (muita coisa mesmo), sem lactose e diet. Tinha essa e outras farinhas por lá.

Questão de preço eeeehhrr, aquela tristeza né. 1kg de farinha não sai por menos de 30 dilmas. Mas isso é “lazer” como diz o sábio Barata, não se compra essas coisas o tempo todo. Nem se come tudo de uma vez.

Bom, espero que todo mundo tente a sua panqueca e tal e me conte se deu certo.

Até a próxima galera!

29

Terça-feira à noite pensei em postar a música 29, do Legião Urbana, como mote pro meu aniversário. Mas logo vi que estaria bem equivocado. O dia merecia alegria e leveza. De fato, a noite da terça mesmo já foi especial com uma surpresa da Alessandra que eu realmente não esperava e nem desconfiava. Na verdade “surpresa” definiu meu aniversário esse ano.

Fui tomar café com meus pais e encontrei o que havia pedido: nada de demais, apenas um café simples para conversarmos um pouco. Ao chegar no trabalho foi que a coisa recomeçou. Ganhei um “Parabéns” no violoncelo da minha amigue Eudenia, coisa fina. A festinha do LEAD foi bacana e tal, mas o que não esperava era que estavam me esperando nos meus pais no final do dia, com mais coisas. Realmente esse ano o pessoal conseguiu me pegar na surpresa, sem eu nem ao menos suspeitar de nada. Teve até bolo sem glúten comprado (coisa raríssima de se conseguir).Tudo veio quando e onde eu menos esperava.

A todos os amigos que se manifestaram de alguma forma, seja pessoalmente  ou por mensagens em redes sociais, chat ou ligação, muito obrigado. Esse foi um dia super bacana. E é claro, um agradecimento especial aos meus pais, que me guiaram nesses 29 anos, e a Ale, que já me atura em tempo integral há 3 meses.😉

E com esse post curso eu retomo a prática de publicar sem pensar demais.

Até a próxima galeras.

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Créditos: Ale Souza

Vingt-huit

Dia interessante. Ontem completei 28 anos. É uma porrada de tempo. Enquanto
estava esperando minha vez no cabeleireiro pela manhã, ouvi da TV uma reportagem falando algo do tipo “a vida começa aos 50”. Eu hein, sei não…

Estou mais do que convencido de que não tenho do que reclamar; não porque não tenho metas a cumprir ou ambições na agulha, mas porque tenho uma família genial, a melhor namorada desse mundo, e uma vida profissional super bacana, tanto em relação à minha função quanto às pessoas que trabalham comigo.

Gostaria de dizer um grande Obrigado a todos os colegas que me cumprimentaram via Facebook, pelo telefone (valeu Bruno!) e pessoalmente. Deixo um compilado de foténhas do dia. Valeu pessoal, de verdade.

No trabalho...

No trabalho…

Em casa...

Em casa…

Que venha 2014

E é isso, foi-se 2013. Essa ano que termina agora foi estranho. Sinto que poderia ter tirado mais de 2013, ele me deu muitas chances. Mas serve como aprendizado e que já precisa ser praticado.

2014, ano novo, mesma vida nova. Resta me esforçar para corrigir falhas e, principalmente, não cometê-las novamente.

O meu mais sincero obrigado a todos os novos e velhos amigos, em especial o que viveram comigo no Lambton Hall durante quase o ano inteiro.

Que 2014 seja irado. Boas festas!

HoHoHo13

Como já é costume, eu sempre venho deixar um post de Natal por aqui. Não sei exatamente porquê, mas acredito que, de alguma forma, sobra tempo pra fazer isso por ser o final do ano ou whatever.

Enfim, boas compras pra quem gosta de comprar e trocar presentes. Boa reunião com a família pra quem gosta e vai ter oportunidade (ano passado não deu pra mim). Ensinem para as crianças que Papai Noel não existe (se alguma delas ainda acredita nessa comédia). Boa missa/culto pra quem gosta mas deixe os outros em paz, convidar uma vez é suficiente; esse ainda é um estado laico😉

Ah, e não esqueçam: façam uma boa ação se tiverem a chance. Mas não esqueçam que não adianta ser legal no final do ano e f**er a vida de todo mundo o resto do ano.

Feliz Natal meu povo!

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UPDATE – Natal na casa do Severo